Municipios prohíben hablar sobre orientación sexual en escuelas

BRASIL | DERECHOS HUMANOS (Río de Janeiro – MIE.13.DIC / ESPECIAL por Pulsar Brasil) – A pesar de la orden del Ministro del Supremo Tribunal Federal (STF) Luis Roberto Barroso, que consideró inconstitucional una ley estadal de Alagoas, ya que compete a la Unión legistlar sobre Educación, proyectos de ley de este tipo se esparcen por el país.

Apesar da liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, que considerou inconstitucional uma lei estadual de Alagoas, já que cabe à União legislar sobre Educação, projetos de lei desse tipo se espalham pelo país.

En 14 municipios de nueve estados brasileros ya existen leyes que prohíben – o están a las puertas de prohibir – que profesores discutan o usen en la sala de clase material didáctivo que se refiera a cuestiones de género o religión. También existen restricciones a comentarios políticos. En suma son afectados cerca de 270 mil estudiantes de enseñanza básica, con edades promedio de entre 6 y 14 años.

Em 14 municípios de nove estados brasileiros já existem leis que proíbem — ou estão prestes a proibir — professores de discutirem ou usarem em sala de aula material didático que se refira a questões de gênero e religiões. Também há restrições a comentários políticos. No total, são afetados cerca de 270 mil alunos do ensino fundamental, com idade média entre seis e 14 anos.

El pasado mes de octubre, la cámara de Crato, en Ceará, aprobó una ley que prohíbe hablar sobre idelogía de género y sobre cualquier aspecto de orientación sexual al estudiante que procure “extinguir el género masculino o femenino del género humano”. Para el procurador de la República, Jorge Luiz Ribeiro de Medeiros, quien interpuso una investigación para analizar la ley aprobada en Jataí, Goiás, que busca sacar la discusión de género de las escuelas y estimular preconceptos y evitar temas como la violencia contra la mujer. Para el, “en el momento en que le mapa de la violencia muestra la gravedad de los asesinatos de mujeres, la ley impide el debate”.

Em outubro passado, a câmara de Crato, no Ceará, aprovou lei que proíbe falar em ideologia de gênero e “toda orientação sexual” ao aluno que tente “extinguir o gênero masculino e/ou feminino do gênero humano”.

Para o procurador da República Jorge Luiz Ribeiro de Medeiros, que instaurou inquérito para apurar lei aprovada em Jataí, Goiás, banir a discussão de gênero das escolas é estimular preconceitos e evitar temas como a violência contra a mulher. Para ele , “Num momento em que o mapa da violência mostra a gravidade dos assassinatos de mulheres, a lei impede o debate”.

En algunos municipios, las leyes imponen a los profesores el papel de fiscales del comportamiento de los estudiantes. En Pedreiras, Sao Paulo, por ejemplo, la ley aprobafa este año dicta que los profesdores no pueden permitir que el estudiante presente “cualquier práctica capáz de comprometer el desarrollo de su personalidad en armonía con la respectiva identidad biológica del sexo”.

Em alguns municípios, as leis impõem aos professores o papel de fiscais do comportamento dos alunos. Em Pedreiras, São Paulo, por exemplo, a lei aprovada este ano dita que os professores não podem permitir que o estudante apresente “qualquer prática capaz de comprometer o desenvolvimento de sua personalidade em harmonia com a respectiva identidade biológica do sexo”.

La prohibición de términos como “género” y “orientación sexual” no se restringe solamente al espacio fśiico de las escuelas. En Baruerí, en la Gran San Paulo, el texto que entrará en vigencia el próximo año, afirma que, aún fuera de los colegios, los debates sobre cuestiones de género no pueden suceder con participación de adolescentes.

A proibição de termos como “gênero” e “orientação sexual” também não se restringe ao espaço físico das escolas. Em Barueri, na Grande São Paulo, o texto que entra em vigor no próximo ano afirma que, mesmo fora dos colégios, os debates sobre questões de gênero não podem ocorrer com participação de adolescentes.

Al defender un proyecto en Jacobina, Bahia, el concejal Pedro Nascimento (PMDB) dijo que “escela es lugar de aprender, de preparar al alumno para el mercado de trabajo” y que el “país y los abuelos no pueden perder el derecho de edcar a sus hijos según los preceptos de sus familias”.

Ao defender um projeto em Jacobina, na Bahia, o vereador Pedro Nascimento (PMDB) disse que “escola é lugar de aprender, de preparar o aluno para o mercado de trabalho” e que “pais e os avós não podem perder o direito de educar seus filhos conforme os preceitos de suas famílias”. (pulsar/revista fórum)

Aporte comunicacional:

Pulsar y Revista Forum

Brasil

Título original:

Apesar de vetado pelo STF, municípios proíbem discussão de gênero nas escolas

Noticias relacionadas:

Comparte esta noticia...Share on RedditShare on Google+Email this to someonePrint this page

Deja un comentario

Tu dirección de correo electrónico no será publicada. Los campos obligatorios están marcados con *