Incendio destruye acervo del Museo Nacional de Río de Janeiro

BRASIL | Cultura (Por: Prensa CDP) – Un incendio de grandes proporciones afecto, la noche del pasado domingo (2) el predio del Museo Nacional, en la Quinta de Boa Vista, en la zona norte de Río de Janeiro. La mayor parte del aservo fue afectada y el fuego fue controlado cerca de las 3 de la mañana, aunque continuaban los trabajo de enfriamiento y combate a otros focos de fuego. Las informaciones son del Cuerpo de Bomberos de Río de Janeiro.

La mas antigua institución historica del país, el Museo Nacional de Rio de Janeiro fue fundado por D. João VI, en 1818. Está vincnulado a la Universidad Federal de Rio de Janeiro (UFRJ) con perfil académico y científico. Posee una valorización elevada por reunir investigaciones raras, como esqueletos de animales prehistóricos y momias.

El local fue cede de la primera Asamblea Constituyente Republicana de 1889 a 1891, antes de ser destinado al uso de Museo en 1892. El edificio es reconocido por el Instituto de Patrimonio Historico y Artístico Nacional (Iphan).

El comandante del cuerpo de bomberos de Rio de Janeiro, coronel Roberto Robadey, afirmó que un problema en el funcionamento de los hidrantes contribuyó para que el fuego se propagara. Según el coronel, fue necesario pedir apoyo a la Compañia de Aguas y Saneamiento de Rio (Cedae) para que aportara camiones sisterna. También fue utilizada agua del lago de la Quinta de Boa Vista.

Investigaciones de la Hoja de Sao Paulo muestran la caída vertiginosa de inversiones en el Museo. En 2013 fueron invertidos 513 millones de reales en la institución. En 2016, el valor llegó a 415 millones y el año pasado, 346 millones.

Con 20 millones de piezas y documentos, se trataba del quinto mayor museo del mundo en archivos. Sus obras contaban una parte importante de la historia antropológica y científica de la humanidad. Talvez el ejemplo más emblemático sea el fosil con más de 11 mil años de Luzia, la mujer mas antigua de las Américas, cuyo decubrimiento en los años ’70 reorientó todas las investigaciones sobre la ocupación en la región.

Allí también estaba la reconstrucción del esqueleto de Angaturama Limai, el mayor dinosaurio carnívoro brasilero, con casi todas las piezas originales, algunas con 110 millones de años. El sarcófago de la sacerdotisa Sha-amun-em-su, momificada hace 2700 años fue presentada a Don Pedro II en 1876, nuncha había sido abierto. La colección de momias egipcias y de los vasos griegos y etruscos evidencian el perfil transfronterizo del aservo, que también abrigaba el mayor conjunto de meteoritos de América Latina.

Menos de 1% de estas obras estaban expuestas al público. Centro de investigaciones y post graduación de la Universidad Federal de Rio de Janeiro, el Museo Nacional es una referencia para investigadores de las más diversas áreas, como etnobiologia, paleontologia, mineralogia, antropologia, entre otras.

Nota original en Portugues

Um incêndio de grandes proporções atingiu, desde a noite de domingo (2), o prédio do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, na zona norte do Rio de Janeiro. A maior parte do acervo foi atingida e o fogo só foi controlado por volta das três horas da manhã desta segunda-feira (3), mas continuam os trabalhos de rescaldo e de combate a outros focos de fogo. As informações são do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro.

Mais antiga instituição histórica do país, o Museu Nacional do Rio foi fundado por D. João VI, em 1818. É vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com perfil acadêmico e científico. Tem nota elevada por reunir pesquisas raras, como esqueletos de animais pré-históricos e múmias.

O local foi sede da primeira Assembleia Constituinte Republicana de 1889 a 1891, antes de ser destinado ao uso de museu, em 1892. O edifício é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O comandante do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, coronel Roberto Robadey, afirmou que um problema no funcionamento dos hidrantes contribuiu para o fogo se alastrar. Segundo o coronel, foi preciso pedir apoio à Companhia de Águas e Esgotos do Rio (Cedae) para ceder carros-pipa. Também foi utilizada água do lago da Quinta da Boa Vista.

Levantamento da Folha de S. Paulo mostra a queda vertiginosa de investimentos no Museu. Em 2013, foram aplicados 513 milhões de reais na instituição. Em 2016, o valor chegou a 415 milhões e, no ano passado, 346 milhões.

Com 20 milhões de peças e documentos, tratava-se do quinto maior museu do mundo em acervo. Suas obras contavam uma parte importante da história antropológica e científica da humanidade. Talvez o exemplo mais emblemático seja o fóssil com mais de 11 mil anos de Luzia, a mulher mais antiga das Américas, cuja descoberta nos anos 1970 reorientou todas as pesquisas sobre a ocupação da região.

Ali também estava a reconstrução do esqueleto do Angaturama Limai, o maior dinossauro carnívoro brasileiro, com quase todas as peças originais, algumas com 110 milhões de anos. O sarcófago da sacerdotisa Sha-amun-em-su, mumificada há 2 mil e 700 anos e presenteada a Dom Pedro II em 1876, nunca tinha sido aberto. A coleção de múmias egípcias e a de vasos gregos e etruscos evidenciam o perfil transfronteiriço do acervo, que também abrigava o maior conjunto de meteoritos da América Latina.

Menos de um por cento dessas obras estava exposta ao público. Centro de pesquisa e pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Museu Nacional é uma referência para pesquisadores das mais diversas áreas, como etnobiologia, paleontologia, mineralogia, antropologia, entre outras. (pulsar/rba)

Fuente: Agencia Pulsar | Brasil

Traducción | Víctor M Rodríguez

para .@prensa_cdp

Foto: Vitor Abdala/Abr

Comparte esta noticia...Share on Reddit
Reddit
Share on Google+
Google+
Email this to someone
email
Print this page
Print

Deja un comentario

Tu dirección de correo electrónico no será publicada. Los campos obligatorios están marcados con *